G8: O Grupo dos Sete e a Rússia mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional. Criticas ao G8: As maiores críticas ao G8 são sobre opiniões de que o grupo é culpado por problemas como a pobreza na África e nos países em desenvolvimento pela política de comércio, aquecimento global, devido a não implementação de soluções eficazes à emissão de monóxido de carbono, o problema do HIV, devido a severa política de patentes de medicações, e outros problemas que estão relacionados a globalização. Os líderes do G8 são pressionados a tomar conta de problemas que eles são acusados de criar.
Outra crítica envolve os membros. Com a exclusão da China, a quarta maior economia do mundo, o G8 não mais representa o poder económico, como quando ele foi criado. A falta de representantes do hemisfério sul mantém muitas críticas dizendo que o G8 na verdade, só quer manter seu poder e influência sobre o mundo. G20: O G-20 é um grupo de países em desenvolvimento criado em 20 de Agosto de 2003, na fase final da preparação para a V Conferência Ministerial da OMC, realizada em Cancun, entre 10 e 14 de Setembro de 2003. O Grupo concentra sua actuação na agricultura, o tema central da Agenda de Desenvolvimento de Doha.
O G-20 tem uma vasta e equilibrada representação geográfica, sendo actualmente integrado por 23 Membros: 5 da África (África do Sul, Egipto, Nigéria, Tanzânia e Zimbabué), 6 da Ásia (China, Filipinas, Índia, Indonésia, Paquistão e Tailândia) e 12 da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).
O Grupo nasceu com o objectivo de tentar, como de fato o fez, impedir um resultado predeterminado em Cancun e de abrir espaço para as negociações em agricultura. Naquela ocasião, o principal objectivo do Grupo foi defender resultados nas negociações agrícolas que reflectissem o nível de ambição do mandato de Doha e os interesses dos países em desenvolvimento.
O G-20 consolidou-se como interlocutor essencial e reconhecido nas negociações agrícolas. A legitimidade do Grupo deve-se às seguintes razões:
a) Importância do seu membros na produção e comércio agrícolas, representando quase 60% da população mundial, 70% da população rural em todo o mundo e 26% das exportações agrícolas mundiais;
b) sua capacidade de traduzir os interesses dos países em desenvolvimento em propostas concretas e consistentes; e
c) sua habilidade em coordenar seus membros e interagir com outros grupos na OMC.
Durante as próximas negociações de modalidades, o G-20 manter-se-á focado nas negociações, intensificará a sua coordenação interna e seus esforços de interacção com outros grupos, visando à promoção dos interesses dos países em desenvolvimento nas negociações agrícolas. Em síntese: O G8 é um grupo político-económico, no qual fazem parte os 7 países mais ricos do Mundo (EUA, Alemanha, Itália, França, Canadá, … e Reino Unido), mais a Rússia, que ingressou por conta do seu poderio atómico-nuclear.
O G-20,é um grupo político -económico que busca lutar pelos interesses dos países em desenvolvimento, e tem uma vasta e equilibrada representação geográfica, sendo actualmente integrado por 21 Membros: 5 da África (África do Sul, Egipto, Nigéria, Tanzânia e Zimbabué), 6 da Ásia (China, Filipinas, Índia, Indonésia, Paquistão e Tailândia) e 10 da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Guatemala, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela).
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AVALIAÇÃO: Tema interessante, texto estruturado e informativo. Faltam fontes (suficiente)- lmadurei Nov 9, 2009
O Grupo dos Sete e a Rússia mais conhecido como G8, é um grupo internacional que reúne os sete países mais industrializados e desenvolvidos economicamente do mundo, mais a Rússia. Todos os países se dizem nações democráticas: Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e o Canadá (antigo G7), mais a Rússia - esta última não participando de todas as reuniões do grupo. Durante as reuniões, os dirigentes máximos de cada Estado membro discutem questões de alcance internacional.
Criticas ao G8:
As maiores críticas ao G8 são sobre opiniões de que o grupo é culpado por problemas como a pobreza na África e nos países em desenvolvimento pela política de comércio, aquecimento global, devido a não implementação de soluções eficazes à emissão de monóxido de carbono, o problema do HIV, devido a severa política de patentes de medicações, e outros problemas que estão relacionados a globalização. Os líderes do G8 são pressionados a tomar conta de problemas que eles são acusados de criar.
Outra crítica envolve os membros. Com a exclusão da China, a quarta maior economia do mundo, o G8 não mais representa o poder económico, como quando ele foi criado. A falta de representantes do hemisfério sul mantém muitas críticas dizendo que o G8 na verdade, só quer manter seu poder e influência sobre o mundo.
G20:
O G-20 é um grupo de países em desenvolvimento criado em 20 de Agosto de 2003, na fase final da preparação para a V Conferência Ministerial da OMC, realizada em Cancun, entre 10 e 14 de Setembro de 2003. O Grupo concentra sua actuação na agricultura, o tema central da Agenda de Desenvolvimento de Doha.
O G-20 tem uma vasta e equilibrada representação geográfica, sendo actualmente integrado por 23 Membros: 5 da África (África do Sul, Egipto, Nigéria, Tanzânia e Zimbabué), 6 da Ásia (China, Filipinas, Índia, Indonésia, Paquistão e Tailândia) e 12 da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela).
O Grupo nasceu com o objectivo de tentar, como de fato o fez, impedir um resultado predeterminado em Cancun e de abrir espaço para as negociações em agricultura. Naquela ocasião, o principal objectivo do Grupo foi defender resultados nas negociações agrícolas que reflectissem o nível de ambição do mandato de Doha e os interesses dos países em desenvolvimento.
O G-20 consolidou-se como interlocutor essencial e reconhecido nas negociações agrícolas. A legitimidade do Grupo deve-se às seguintes razões:
a) Importância do seu membros na produção e comércio agrícolas, representando quase 60% da população mundial, 70% da população rural em todo o mundo e 26% das exportações agrícolas mundiais;
b) sua capacidade de traduzir os interesses dos países em desenvolvimento em propostas concretas e consistentes; e
c) sua habilidade em coordenar seus membros e interagir com outros grupos na OMC.
Durante as próximas negociações de modalidades, o G-20 manter-se-á focado nas negociações, intensificará a sua coordenação interna e seus esforços de interacção com outros grupos, visando à promoção dos interesses dos países em desenvolvimento nas negociações agrícolas.
Em síntese:
O G8 é um grupo político-económico, no qual fazem parte os 7 países mais ricos do Mundo (EUA, Alemanha, Itália, França, Canadá, … e Reino Unido), mais a Rússia, que ingressou por conta do seu poderio atómico-nuclear.
O G-20,é um grupo político -económico que busca lutar pelos interesses dos países em desenvolvimento, e tem uma vasta e equilibrada representação geográfica, sendo actualmente integrado por 21 Membros: 5 da África (África do Sul, Egipto, Nigéria, Tanzânia e Zimbabué), 6 da Ásia (China, Filipinas, Índia, Indonésia, Paquistão e Tailândia) e 10 da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Cuba, Guatemala, México, Paraguai, Uruguai e Venezuela).
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AVALIAÇÃO: Tema interessante, texto estruturado e informativo. Faltam fontes (suficiente)-